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Macapá, Amapá, Brazil
Bem-vindos ao blog do Coletivo Psicodélico!Aqui vocês podem acompanhar um pouco dos nossos trabalhos experimentais voltados para as diversas vertentes que permeiam as Artes Visuais,discutindo,refletindo, questionando, e trocando idéias entre os produtores do ramo,apreciadores e aqueles que tem afinidade com o mesmo,podendo trocar idéias baseadas em obras desenvolvidas dentro da vídeoarte, performance, fotografia e instalação, e o que tem predominado no blog: Os escritos cotidianos... Sintam-se á vontade para criticar e sugerir, estamos aqui pra isso, e somos assim, eternas aprendizes. Abraços de Emmi Barbosa, Fiama Glíssia e MAPIGE, as pisicodélicas que fazem parte desse coletivo.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Aonde eu deixei minha comida!?






Quantas vezes eu já me fiz essa pergunta? Nossa, já perdi as contas. Sou do tipo de pessoa que esquece facilmente das coisas, e nesse momento conto com a memória, que pelo visto não colabora muito. E se possível tento refazer os passos e ações anteriores ao esquecimento, ou a comida que perdi. Mas e se não lembra?!  Fica difícil. Mas tenho uma outra alternativa: O olfato. Ele com certeza me fará chegar aonde quero, eu pelo menos busco: Comida!  Agradeço pelos dias que pude sentir o cheiro agradável daquela carne cheirosa, com arroz, feijão e farinha... Já deu aquela fome né?! Rs. Mas agora estou fazendo exercícios para deixar meu cérebro mais atento, e trabalhando melhor. Afinal, ele é como o nosso corpo, que precisa ter um equilíbrio alimentar e físico, pois o cérebro precisa ser educado ou pelo menos no meu caso reeducado. Pois estava acostumada de forma diferente. Com certeza não foi por opção minha, afinal, quando somos jovens, não vemos o que não queremos ver, eu me acostumei, me acomodei, mas essa situação pode ser revertida, e digo que exercício e uma dieta equilibrada e com a ajuda de um nutricionista perder peso, no meu caso: Educar meu cérebro ficou mais fácil. Hoje ele melhorou muito. Graças ao meu esforço e persistência de sair do “parado” para o “ativo” rs. Aqui está o resultado.









* Suzanne




quinta-feira, 5 de abril de 2012

Quem é o expectador?

Texto e fotos por Emmi Barbosa;


É fácil criticar o trabalho de um artista, dizer o que é bonito ou feio, ou então separar o que é ou não arte. Na verdade, este ser observador e ‘crítico’, de certa forma, cujo é conhecido como expectador tem um papel de extrema importância em exposições de arte, porém, nem todos seguem o mesmo caminho, nem sequer pensam da mesma maneira. Quem é o expectador, afinal de contas? Ah, todos são, eu, você, o matemático, o físico, o engenheiro, o motorista e cobrador de ônibus, a doméstica, o cabelereiro, o padeiro, o médico, o historiador, a secretária, enfim, somos apreciadores, porém, o que eu vejo não é o mesmo que você, eles ou elas veem, e isto se torna instigante justamente por esses olhares serem diferentes, o que acaba gerando discursos diversos e debates constantes no ramo artístico, sendo esta a engrenagem. Tem vários tipos de expectador: aquele que vai ‘forçado’, vê tudo apressadamente e quer ir embora o quanto antes, como se fosse uma tortura com direito á forca, e tudo o mais, rs. Como se fosse uma espécie de obrigação, castigo ou algo do gênero.  Tem aquele que se envolve de forma surreal com as obras e se encanta a cada passo que dá dentro do museu ou galeria (que pode ser o meu caso), e se pudesse, moraria lá, de tão prazeroso que é poder olhar para trabalhos que foram produzidos cautelosamente, em períodos diferentes da história, sendo alguns de uma simplicidade magnífica, mas que acabam se tornando complexos de tal forma, porque ás vezes nos deixam confusos por não ser tão óbvio, o que nos leva a pensar e refletir por um longo tempo e outros pela riqueza de detalhes tornam-se colírios para os olhos, sendo de certa forma, perfeitos por ocasião. E abordam assuntos que fazem parte do nosso cotidiano, mas que passam, em sua maioria, despercebidos naquele caos diário e ficam quase que completamente camuflados para certos indivíduos, e só quem tem aquele ‘olhar’ e sensibilidade suficientes consegue transmitir e propor debates por intermédio da arte e suas possibilidades, podendo utilizar os materiais mais inusitados possíveis, que é o que tem ocorrido na arte contemporânea. E me pergunto como pode ter indivíduos que não se simpatizam com exposições de arte? Hein, diga-me! Não consigo entender...


Tem aquele que sai procurando defeitos ou critica qualquer mínimo detalhe, tanto nas obras como no próprio espaço expositivo, dizendo que nada é novidade e tem quem diga que faz o mesmo até de olhos fechados, eu já ouvi e disse muito isso, é eu confesso, mas na maioria vem á minha mente o seguinte: ‘caramba, por que não pensei nisso antes? Está tão óbvio! Bem aqui no meu nariz!’ Tem também aquele que aprecia visitas em grupos, para discutir ideias acerca da exposição, desde as propostas dos artistas até chegar a um discurso que proporcione sua própria criação, se for do ramo, é claro. Eu gosto de ter uma relação a sós com as obras, já até conversei com algumas e sei, pode parecer caso de hospício, mas é basicamente inexplicável a sensação que sinto diante delas, que me pego em tremendo êxtase me unindo a elas de certo modo, e odeio, mas ODEIO mesmo aquela bendita faixa amarela ou seja lá qual for a cor que colocam para não permitir que os visitantes toquem nas obras. Sabem como é terrível e agonizante olhar um quadro sem poder tocar nele? Ver um objeto estranho e não poder senti-lo em termos de textura, material e tudo mais que tenha direito, quando na verdade, não tem direito, pois não é permitido... Droga! É uma grande decepção, principalmente tratando-se de arte contemporânea e resta-me apenas ficar olhando vagamente á uma distância. Que me desculpem os curadores e demais organizadores de exposições, mas é uma opinião minha na posição de expectadora e sei que muitas pessoas, assim como eu, também tecem múltiplas críticas em relação a estas situações e tem todo direito, porque apreciar arte de longe é um verdadeiro castigo.



Vem-me logo aquela vontade de tocar e saber qual foi o material utilizado, se é leve ou pesado, ou se posso ter em casa, quem sabe. Mas pior ainda é quando não é permitido fotografar determinadas obras, como se fosse um crime com direito a cadeira elétrica (acho que peguei meio pesado agora, né? Rs.). Em alguns casos nem me sinto completamente realizada pelo fato de não ter tocado na obra e confesso que já peguei escondida, sem ninguém perceber, só pra ter o gostinho de saber e sentir a sensação transmitida pelo simples toque no material ali exposto. E sempre tem aquela obra que nos chama mais atenção por ser diferente ou estranha ou que seja do nosso agrado, as sensações e comportamentos causados são diversos.
Já tive a experiência de montar e ser monitora de uma exposição de arte (Uma Gentil Invenção-Projeto ARTE SESC), e foi totalmente incrível, porque ocorre uma troca de conhecimentos muito rica e que soma aos meus pensamentos inúmeras noções de criar e discutir arte, principalmente pelo fato de a galeria (Galeria Antônio Munhoz Lopes-SESC) ter recebido públicos com idades diferentes, desde crianças do pré-escolar até mesmo artistas, que possuem visões bastante opostas; As crianças possuem um lado lúdico encantador e conseguem notar traços bem inocentes, por assim dizer; os artistas e pessoas da área veem a arte como um campo mais aberto para debates, e costumam observar o lado mais técnico da produção apresentada. Eu admito que não entendo muitas coisas, não tenho um vasto conhecimento a respeito de vários períodos da história da arte, alguns não acho interessante e estou sendo franca, e sei que estou dando mal exemplo, mas de uma coisa tenho certeza: cada expectador carrega consigo compreensões e interpretações únicas, que nem mesmo o próprio saiba definir ou nem mesmo o artista tenha pensado naquela interpretação enquanto produzia. Concordam comigo?
Às vezes até me sinto intimidada em debates de arte, mas é importante que cada um defenda seus pontos de vista, negativos ou positivos, de certezas ou duvidosos, pois podem dar origem a novas propostas artísticas de extrema importância para o cenário artístico.



Seja um rato de ateliê! Pensar o contemporâneo é compreender como se comportam nossos pensamentos estéticos hoje e o que regula esse processo.
“Porque a vida, a vida, a vida, só é possível REINVENTADA!”
(Cecília Meireles)

segunda-feira, 12 de março de 2012

Mergulhando na Penseira...

Evil
(Por Helayne Monteiro)



Talvez o silêncio não afaste de mim a dor...
Talvez a loucura não seja assim tão ruim...
Talvez o corpo esteja isento de amor...

A casta que afeta meus sentidos tornam-me
forte aponto de lutar contra meus inimigos...
Minha maldição começa no momento em que
me olham...

Nem mesmo as areias de fogo queimam minha
alma...alma?
Meu corpo pode está carregando um hospedeiro maldito
mas meu coração ainda está entre os seres que me criaram...
desde o meu demônio até meus anjos....

Sou a febre, a cólera que destrói e anima o mal...
Sou maldito, mas jamais serei o fim e muito menos o começo
deste mundo... 










Agradecemos a Helayne Monteiro por contribuir com o blog do Coletivo Psicodélico, aos demais interessados enviem seus textos para emmibarbosa@gmail.com ou suzanneglissia.fiama@gmail.com

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Exposição “Demarcações” – Grupo Imazônia (AP)

No dia 05 de Agosto de 2011, o Coletivo Psicodélico, junto à turma 2009 de Artes Visuais da Universidade Federal do Amapá, esteve presente na venissage da exposição ‘Demarcações’, produzida pelo grupo artístico Imazônia (formado por Adalto, Iasaias Brito, Jorro, Mapige, Ronne Dias, Roque Brandão...), tendo como espaço a Galeria Antônio Munhoz Lopes, localizada no Sesc Araxá.
 Os artistas desenvolveram pesquisas e produziram baseados na ECOARTE, que tem como função reaproveitar materiais da natureza, trazendo uma reflexão acerca da reutilização dos mesmos, sendo de grande importância para o meio ambiente e para a arte em si. O que gera múltiplos debates em torno da situação local e global, preocupando-se de certa forma com as forças e os materias naturais, abrindo-nos novas possibilidades do co-existir e contribui muitas vezes para a alteração dos comportamentos da socidade. Colocando-se de forma a recorrer aos meios simbólicos, pois os artistas colocam obras diferenciadas para os espectadores, no que podemos chamar de instalações, falafitas (casas de madeira, construídas de formas humíldes em espaços alagados); os materiais que foram utilizados são bem simples e comuns em nosso cotidiano, vão de pratos de isopor, palitinhos, ripas de madeira, produtos recicláveis e caixas de papelão, remetendo-nos até as instalações elétricas vistas em alguns pontos de Macapá.
            Nota-se que são objetos que se encontram facilmente em qualquer lugar, mas que a maioria das pessoas acaba jogando no lixo, sem preocupação alguma, totalmente diferente da visão destes artistas, que modelam, transformam, dando novas formas e significados a estes elementos, atribuindo-lhes uma beleza que faz com que o observador fique se questionando: “Isso é mesmo de papelão?”. A riqueza de detalhes é extremamente fascinante, e que a nosso ver cria originalidade e maior proximidade do real. Pois nesta exposição os visitantes podiam ser os criativos da vez, havendo dois espaços intitulados “Faça o seu”, disponibilizados com alguns materiais, sendo de livre e espontâneo acesso a quem quisesse utilizá-los, o que despertou grande interesse em muitas pessoas; como o Coletivo Psicodélico não podia estar de fora, metemos as mãos na massa!  Intervindo no meio, transpondo e participando através dos materiais cedidos pelo grupo, como cola colorida, tesoura, papelão e outros... O que nos ajudou a ter uma maior relação com a obra de arte exposta.







 Grupo Imazônia na abertura da exposição "Demarcações"










 Observando...





Coletivo Psicodélico  e Grupo Imazônia


Mão na massa...





 Espectadores prestigiando...


obras de Fiama e Emi  rsrs


* Fiama e Emi


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Experiências pela internet

Fazia tempo que não me sentia assim... Às vezes pensamos que nossa rotina será sempre a mesma, porque dificilmente surge alguma novidade (pelo menos pra mim), pois vou ao trabalho, universidade, faço alguns trabalhos artísticos e depois volto pra casa. Só que em um belo dia, resolvi me aventurar... Conhecendo pessoas que de costume não fazem parte do meu dia-dia. Bom... O que pensei que seria apenas uma troca  de experiência, foi o que ultimamente tem sido uma mudança positiva na minha vida, sabe quando não sabemos  que algo vai nos surpreender?  Pois é. Entrei em uma sala de bate-papo, apesar de que existem pessoas que não acreditam que la possa haver alguém ideal pelo menos para compartilhar tristezas e alegrias ( um ombro amigo se possível, ou algo mais) Porque se encontra de tudo; de advogada, bancária, professor (pelo menos é o que dizem ser sua profissão), o mais interessante é que alguns mentem bastante. Mas há aqueles que propõe ter uma conversa bastante produtiva, a troca de visão de mundo é formidável, e ainda mais se tratando de regiões diferentes. Como no meu caso, onde houve ate uma fotografa e escritora que encontrei, e naquele momento trocamos endereços de blogs e comentamos a respeito de nossos trabalhos, como eu disse isso é bom pra quem está sentado a frente do PC tamanha 1h da manhã, e diminuo dessa forma a distância entre os lugares, fazendo com que imagine como seria estar naquela cidade, estando entre indivíduos que com certeza possuem um sotaque marcado e diferenciado é claro. Mas nesse belo dia, estava triste, o motivo seria o termino de um relacionamento que estava me afetando bastante (afinal não sou de ferro), e por esse motivo fui aventurar-me, o que de inicio foi frustrante, todos diziam que você seria como o par perfeito, mesmo eu não tendo a intenção nenhuma de me envolver com ninguém, mas se procurasse por alguém seria por uma pessoa que não pense ou pelo menos diga um pouco diferente das outras (ou melhor, dizendo que me surpreenda). Afinal, sou exigente, e isso faz-me construir uma espécie de peneira, como: altura, cabelo, gosto musical, interesses, número de sapato... Assim são poucos que conseguem conversar comigo e chamar minha atenção, mas o principal é um dialogo que me desperte uma vontade de querer saber sempre mais, é como a leitura de um livro que você nunca leu. A leitura se torna prazerosa pelo fato de a cada virada de página você começa a se identifica com a história, com o personagem, isso aconteceu comigo. Nossa... Digo que achar alguém que goste de All star e preto seria como procurar agulha em palheiro, uma “difícil procura”, e ainda mais que goste de rock... Pronto!  Como diz minha amiga Emi: Fechou! Incrível como nesse dia tudo favoreceu para encontrar alguém que me fizesse suspirar... Ahh!! Como posso dizer: Embrulhar o estômago, arrepiar-se, andar nas nuvens... Isso pode acontecer!? Algumas pessoas dizem não haver uma relação sincera entre duas pessoas que moram em cidades diferentes, e ainda mais que seja uma do Nordeste e outra do Norte, põe distância rs. Mas já vai fazer um mês que converso com essa pessoa que me deixou boba, e cada vez mais percebemos que fazemos um bem pra nós, e o que sentimos de certa forma quebra as barreiras, e nos faz sentir mais próximas, tão próximas que dormimos e acordamos juntas conversando por sms, msn, celular, orkut... Encontramos os meios tecnológicos para diminuir e aumentar a presença, uma ponte que nos liga e facilita o convívio. Às vezes penso que esta pessoa esta do meu lado, pois escuto sua voz e sua respiração. É nessa hora que fecho os olhos e imagino: Doce, de palavras simples e inteligente, decidida, com uma mente brilhante e o coração que expele carinho, amor, atenção...  Bela pessoa. É assustador as vezes, ainda mais quando se fala algo que esteja mesmo fazendo, por exemplo:  Escutando uma música, e a pessoa fala que esta escutando a mesma musica naquele momento... Susto! Parece que está sendo espionado rs. Mas penso eu que esse seria o nível alto de compatibilidade entre ambas. O que se torna viciante, quem não gostaria que alguém todos os dias perguntasse como vai você? Ou o que vai comer? Podemos dizer que o sentimento de preocupação transpareça tanto, que chegue ao ponto de senti-lo, e em certos momentos fico sem palavras para descrevê-lo, e lembrar de coisas que de costume você esquece, ou dar sua opinião para escolher roupas, filmes, comida... Faltava alguém que me desse tal importância, porque é raro achar uma pessoa que tenha tanto cuidado e atenção para com você (isso parece sonho, ao qual não quero acordar!).Vivemos nos esbarrando com uma variedades de pessoas, com físico, entendimentos diferentes. Isso contribui para construirmos nossa identidade... Mas não mudando de assunto, fixo somente naquela que esta mudando completamente a minha vida, pensem o que quiser, pode até não demorar muito isso tudo.  Mas fazemos todos os dias serem únicos, pois sinto que estou me tornando uma pessoa melhor, enfrentando nossas diferenças, pensamentos, sobre tudo o que nos faz entender e ao mesmo tempo nos faz refletir o porquê daquilo. Simplesmente somos iguais, e ao mesmo tempo diferentes. Há quem diga que não temos nada de diferente, mas incrível que pareça, temos: idade, altura...  O que é o de menos, pois nossos desejos de permanecer fazendo parte dessa sintonia, nos fazem cair e levantar querendo continuar a compartilhar dessas descobertas, a cada dia tem uma nova história para contar, ainda mais quando pensasse em um lugar que ainda não tive a oportunidade de pisar, a imaginação se torna concreta, e parece mesmo que estou em alguns momentos em PE.
Os suspiros agora estão intensos, estão mais freqüentes, posso ate falar de ocasiões em que uma simples canção marca a nossa vida, e não esta sendo diferente, temos até uma canção. Aquela que fala um pouco de nós, que conta um pouco da nossa história, pequena, mas significante, tem me dado belas alegrias, e tristezas também, porque não existe uma vida só de rosas. Todos nós precisamos em algum momento de empolgação, e sem elas viveríamos fazendo as coisas por fazer, assim perderíamos oportunidades para nos destacar e subir na carreira, os momentos de desânimo  tornam freqüentes, mas cabe-nos achar  motivos para continuar a plantar sementes para futuramente dar frutos. É o que pretendo continuar criando novos caminhos para seguir em frente, mesmo com tantos obstáculos, pois o meu motivo é sempre buscar um sorriso novo no rosto para viver, afinal de contas isso sim me completa e me faz ser melhor ao nascer de cada dia.


























*Suzanne