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Macapá, Amapá, Brazil
Bem-vindos ao blog do Coletivo Psicodélico!Aqui vocês podem acompanhar um pouco dos nossos trabalhos experimentais voltados para as diversas vertentes que permeiam as Artes Visuais,discutindo,refletindo, questionando, e trocando idéias entre os produtores do ramo,apreciadores e aqueles que tem afinidade com o mesmo,podendo trocar idéias baseadas em obras desenvolvidas dentro da vídeoarte, performance, fotografia e instalação, e o que tem predominado no blog: Os escritos cotidianos... Sintam-se á vontade para criticar e sugerir, estamos aqui pra isso, e somos assim, eternas aprendizes. Abraços de Emmi Barbosa, Fiama Glíssia e MAPIGE, as pisicodélicas que fazem parte desse coletivo.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

ARTENTADO FUTURISTA 2011! AGUARDEM!!!

Como surgiu o Coletivo Psicodélico?!!? (versão EMi)'

EU A CONVIDEI OU EU A CONVIDUEI?






Parece até história de amor, daquelas de cinema (quase inacreditável). HAHA. Nunca tínhamos nos visto e demoramos a nos notar. Eu era totalmente bobinha (mas nunca inocente demais), e andava com uma menina nada a ver comigo, mas não porque eu queria a bendita como amiga, o fato era que ela havia colado em mim que nem chiclete em sola de sapato ou pior!! Michele e Suzanne já se conheciam, sentavam bem na frente e foi ali, naquele instante que eu me apaixonei, sim, não vou negar! Eu me via totalmente excluída da sala de aula em alguns momentos, talvez porque todos fossem normais além da conta e eu sempre fui amante do inusitado e diferente. Mas eu tinha certeza que um dia elas também perceberiam que ali na frente não eram os seus devidos lugares e que assim me encontrariam lá no fundão, e foi exatamente o que aconteceu. E olha que nem acredito em destino, mas isto é irônico ás vezes. Michele se sentou em uma das últimas cadeiras , sempre com um visual meio sombrio e misterioso e é claro, muito calada, bem tímida. Me sentei ao lado dela e tentando uma aproximação, perguntei se ela gostava de rock, pensei que aquela conversa iria fruir rapidamente, mas não obtive bons resultados, sendo que ela disse apenas "SIM" e nada, nada mais . Eu fiquei sem reação, mas fiz outra pergunta, comecei a falar de algumas bandas, pra saber se ela curtia e a resposta foi "NÃO". Pensei... SIM E NÃO, ela não diz nada além disso, não estava sendo da forma que imaginei... Depois desta mini-conversa eu não tinha dúvidas, Michele tinha que ser minha amiga, ela é tão estranha quanto eu, concluí. Suzanne, em um bate-papo com Michele, perguntou quem eu era e que estilo de som eu curtia, e Michele logo lhe disse que eu amava rock, o que despertou o interesse de Suzanne, ela que sempre foi muito ligada á música e tinha em mente formar uma banda composta apenas por garotas, pelo fato de arriscar de vez em quando no vocal e algumas notas no violão, e foi então que teve a idéia de nos chamar para fazer parte de sua façanha e como de costume, após as aulas, sentávamos embaixo de uma árvore ,que eu, por acaso intitulei-a de Teobaldo, para os íntimos Teo. A partir daí este local e o La Fontaine (localizado na universidade) tornaram-se o point de nossas reuniões. E de imediato tornou-se rotineiro buscar um nome para a nossa futura banda, e nesse intervalo de tempo levávamos nossas idéias  escritas em um papel, e discutíamos qual seria a melhor. EURECAAAAA!!! Em uma das listas havia um nome bastante chamativo: PSICHO ROACH. A idéia veio dos meus últimos neurônios, sendo que eu adoroo baratas! 
Desde então, nos compreendemos, nossas idéias se complementam e acabamos deixando a banda de lado e começamos a produzir videoarte para a disciplina de Arte e Tecnologia e foi o momento certo para concluírmos que somos um Coletivo Psicodélico e daí surgiram múltiplos planos, sendo um deles este blog e outro o evento 'Artentado Futurista'. 














Formado por três acadêmicas do curso de Artes Visuais (turma 2009) da Universidade Federal do Amapá, o COLETIVO PSICODÉLICO surgiu com o intuito de mostar as vertentes das artes visuais e as possibilidades de trabalhar a mesma em nosso estado, incluindo em específico: videoarte, performance, instalação, intervenção sonora, fotografia e música; contribuindo ao mesmo tempo para este cenário que não tem sido reconhecido como deveria, e desta maneira, colocamos em prática o que sentimos sobre determinadas situações, experimentando diversas formas de inovar, não deixando de lado em momento algum, nosso lado questionador, esquisito e extremamente psicodélico. Moldamos imagens á nossa maneira, deixando o espectador buscar os pensamentos necessários, pois somos amantes do invisível, portanto, instigar a imaginação das pessoas é um dos nossos maiores objetivos!
E nesta história não posso finalizar dizendo " E viveram felizes para sempre... porque hoje não é primeiro de Abril, neah galera!




EMI¨

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Na calçada




Andando nas calçadas vemos de tudo: mendigo, homens, mulheres, crianças, animais, objetos perdidos, lixos, chicletes que grudam no sapato... Mas em todas as calçadas que andei nunca havia notado aquela moça que deslizava sobre as linhas onduladas, na policromia que se resumia em preto e branco, fundindo-se como etnias.
Isso me levou a um êxtase estético nunca imaginado antes, porém, todo aquele ambiente não teria o mínimo sentido se não fosse à presença dela, porque todos os dias ela fazia o mesmo percurso, sendo no inverno ou no verão, trocando sempre os seus modelitos, acompanhado por seus diferenciados sapatos.
Foi assim que passei a observar com mais atenção os seus passos, seus movimentos e a forma como andava. Percebi que sua presença me dava uma tremenda felicidade, que antes era imperceptível e agora os meus olhos estão atentos só a ela, que com simples gestos acabou por me conquistar.
            Um dia me enchi de coragem e fui ao seu encontro, pois sabia onde e a que horas ela estaria lá, isso tornava minha vida mais intensa e cheia de esperança. Pois esse alguém poderia se tornar minha futura namorada.
Então foi assim que se sucedeu o tal encontro, mas com algo inesperado. Porque ela não apareceu, e eu fiquei angustiado por ter esperado tanto tempo pra me decidir, e nesse período descobri que a moça dos meus sonhos sofreu um acidente, e por esse motivo não apareceu a aonde eu esperava, pois a garota foi arremessada por um veículo dirigido por um bêbado, que não prestou socorro, mas as pessoas que por ali passavam ajudaram no resgate, chamando sem espera uma ambulância, então passaram-se um longo período sem vê-la.
E com o passar dos dias a minha tristeza só aumentava. Mas o que durou pouco, pois descobri qual hospital ela estava, e decidi me aproximar e demonstrar as melhores intenções.
Logo quando entrei no quarto que ela se encontrava internada, percebi que passava a ela um sentimento de medo, pois como nunca houvera tido contato comigo, colocou-se de maneira retraída, mas depois de estar ao seu lado um dia inteiro, reconheceu que eu não queria apenas ser seu amigo, e que só pelo fato de ter tido a consideração de fazê-la companhia, ela começou a me ver de maneira diferente, pois quanto mais conversávamos percebíamos que tínhamos muito em comum, mas logo a noite se foi, e por isso tivemos que deixar o bate-papo pra depois...
Eu tendo aumentado o meu sentimento, e ela descobrindo o quanto foi representativo a nossa longa e prazerosa conversa, resolvemos mantermos cada vez mais contato, passando a nos encontrar mais vezes, o que me facilitou em pedi-la em namoro.
Pois era notável que já havia conquistado seus carinho e sua atenção, e o que fez eu consegui com sucesso tal ousadia.
E após tantas conversas, descobri que ela também me observava na calçada em que eu a admirava. Transformando esse romance ainda mais fabuloso e imaginável, em uma história, que não só se resumiu em simples olhares, mas também em conversas, transparentes, e descobertas que com o tempo só aumentava o sentimento um pelo outro...
Mas isso não acabou por aqui... Cada um tem a possibilidade de construir sua história, sua rota de vida. Então aqui damos o inicio... E você é quem dá o final. Podendo ser como nos contos de fadas, ou mostrando todos os contratempos de um individuo normal. Caberá a você decidir!

*suzanne e Emi





                                          

terça-feira, 22 de março de 2011

EM BREVE: ARTENTADO FUTURISTA 2.0

Se você perdeu a primeira versão, fique atento para a segunda, os preparativos já estão sendo feitos, e aqui você pode dar sugestões para este evento inusitado! Caso você tenha uma banda ou toque fale com a gente, ou então se tiver algum trabalho artístico e que se sinta a vontade para expor em nossa salada artística, nos comunique! Aqui estarão todas as informações e novidades do evento, enquanto isso, vão fazendo um aquecimento! 





O coletivo agradece aos nossos colaboradores desde já.

Emii'

sábado, 19 de março de 2011

Falando em videoarte

Podemos ver a vídeoarte como uma nova maneira de se trabalhar, de romper barreiras, indo a um patamar mais elevado, em se tratando de uma linguagem diferenciada.  Ela entra no século 21 renovando o cenário do vídeo. Seja pelo seu uso de mídias interativas, seja pela descompartimentação das linguagens artísticas, atraindo um número de artistas de outras mídias cada vez maior, principalmente das artes plásticas.
Contudo apresenta mais que um mero recurso de produção, alterando na sua forma de percepção de imagens, gerando trabalhos absolutamente inquietos e híbridos.
Na vídeoarte os artistas em suas produções, predominam com discussões sobre a relação do homem com seu próprio corpo, com o outro, e reflexões sobre os efeitos da glogalização, ou envolvem outras idéias.
No caso do Coletivo Psicodélico - trabalhamos de forma a nos envolver com os nossos sentimentos mais escondidos, com nossos anseios, frustrações, medos, vontades, engajando um vídeo bem mais repleto de imagens e sonoridade, que tentam levar o espectador a ter uma imaginação fértil e criadora. Levando uma nova relação do caótico cotidiano que nos envolve e transforma em sinuosas viagens para lugares não conhecidos...

Videoarte: Coletivo Psicodélico




Pois Solange Farkas, diz: “A videoarte tem como característica flertar de maneira intensa como outras linguagens. È essa certa promiscuidade, criticada pelos conservadores, que lhe dá essa força.”
Usamos dessa linguagem como uma forma de procurar novos caminhos, de experimentação, de novas ferramentas. Ampliando o nosso discurso poético.
Cada artista constrói sua linguagem, reunindo referências que lhe parecem mais significativas, sendo a mesma articulada segundo suas concepções pessoais...
Então indicamos como leitura o documentário que registra diversos momentos de videoarte no Brasil e fora dele, inclusive cita o Festival Internacional de Arte Eletrônica (que só acontece a cada dois anos) – que nasce junto com a produção de vídeo no país - que já se realizou no Sesc Pompéia/São Paulo em 2001, pela associação cultural vídeobrasil, e envolve o público de linguagem audivisual, servindo de ponte entre os vários artistas brasileiros e o mundo, sendo nacional e internacional. Pois o documentário aborda as várias facetas da videoarte, esclarecendo e mostrando o território das linguagens artísticas, e suas possibilidades dentro da tecnologia.
Por isso não tem como não citá-lo, falar em videobrasil é falar sobre Arte eletrônica.
Aqui vai um dos trechos: “(...) Falar sem palavras. Falar a si mesmo, ao outro. Arte, linguagem não-verbal de força estranha que ousa, se aventura a tocar a assuntos que podem ser muitos, vários, infinitos, do mundo das coisas e das gentes. São invenções do persistente ato criador que elabora e experimenta códigos imantados na articulação de significados. Sua riqueza: ultrapassar limites, processuais, técnicos, formais, temáticos, poéticos. Sua ressonância:  provocar, incomodar, abrir fissuras, a época geram linguagens ou cruzamentos e hibridismo entre elas.(...)”
“Uma câmera na mão, uma idéia na cabeça”. Em contrapartida, “Às vezes apenas uma câmera na mão e nenhuma idéia na cabeça”. Na lógica da linguagem eletrônica, forma não é nada, imagem é tudo.”
De certa forma coloca-se citações, contaminações e breves reflexões a respeito da videoarte, que deixa seu legado através do passar dos tempos. Levando-nos a ter como referência histórica e para melhor entender essa linguagem o artista americano Gary Hill, que funde arte e tecnologia. Foi ele quem       criou nos anos 70 esculturas de som, e Rafael França, pioneiro da videoarte brasileira, que dedicou-se ao meio expressivo e a criar caminhos  criativos, para organizar idéias plásticas e acústicas do nosso meio.
Podemos dizer que os videoartistas nos enriquecem com diferentes tipos de recursos utilizados com muita criatividade, sensibilidade e técnica. Viva a todos nós!!!!! Viva a videoarte!!!!!

Algumas definições:
Video: “(...) o termo vídeo corresponde ao latim “eu vejo”... Correspondendo às imagens eletrônicas reconstruídas ou codificadas na forma de linhas sucessivas de retículas luminosas, destinadas a monitores ou aparelhos receptores de televisão( em circuitos abertos, semi aberto, ou fechado)(...)” fonte: CUNHA, Newton. Dicionário Sesc:a linguagem da cultura. São Paulo: Perspectiva: Sesc São Paulo,2003,p.669.
Videoclip: “É uma conjunção rítmica entre imagens e música. (...) Um conjunto em que predominam sensações visuais e auditivas livremente concebidas e de atenção difusa”. Fonte: CUNHA, Newton. Dicionário Sesc:a linguagem da cultura. São Paulo: Perspectiva: Sesc São Paulo, 2003, p. 671-672.

*  suzanne

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

E depois, o que vai querer??

Sabe aqueles momentos que a gente nunca esquece? Pois é, eu estava me recordando do meu primeiro dia de aula, a uns treze anos atrás... "Mas que gracinha", disse mamãe, sim, lá estava eu, toda feliz, pensando que a escola era igual a Fábrica de Chocolate (pura diversão), na verdade eu imaginava a escola de várias maneiras, mas nenhuma delas era a que representasse a realidade. E lá vamos nós, ou melhor dizendo, eu, depois de um copo com leite, camisa branca, saia azul, cabelo amarrado tipo 'rabo de cavalo' e tênis devidamente amarrados, eu estava indo para um lugar diferente e isso me deixava mega feliz e nem sei o porquê. Atravessei a rua... Mais louco ainda era o fato de que a escola fica á no máximo 100 passos da minha casa, e talvez por isso eu não estivesse tão preocupada naquele momento. Fui deixada na sala de aula, mamãe toda orgulhosa. Sempre fui muito desconfiada, me sentei, olhei ao meu redor... Aquilo não podia estar acontecendo, 'onde estou?' As horas se passaram e a professora avisa que é o recreio... Eu estava em choque, ninguém falava comigo, a professora havia nos apresentado uma letrinhas, cinco do alfabeto, é elas mesmas, as vogais. E agora, que será que é recreio, pensei logo "vou aproveitar a oportunidade'. Então, comecei a me dirigir para o portão da escola, tentei sair, mas não me deixaram e eu via a minha casa daquele ângulo, e cheguei a uma conclusão: 'Estou presa e não virão me buscar.' Entrei em apuros, parecia o fim do mundo (que drama, hein!), criança boba... Comecei a chorar, lágrimas de desespero eram aquelas, eram mesmo. Depois que o recreio acabou, todos retornaram às suas salas, mas eu?? Eu não sabia mais voltar, talvez por não lembrar o caminho ou o mais provável, eu não queria. No fim das contas, a professora me encontrou, e lá vamos nós pro quadro novamente. Eu estava muito confusa... Após a aula, meu irmão foi 'pagar minha fiança' e eu logo me senti feliz, estava livre!!! (...) Passei por essa situação por uma semana toda... Depois fui me acostumando, algumas meninas falavam comigo, e essa era a explicação para os piolhos que consegui mais tarde, e foi aí que começaram as dores de cabeça de minha mãe. Ai, ai, doces lembranças. 
Agora, voltando pra minha vida atual, começo a encarar o 5º semestre do curso de Artes Visuais, (eu e o coletivo), metade do curso já se foi e outra metade é mais um desafio. Penso: o que vou fazer depois do curso?!! OH my God! O que eu vou querer depois???! Em dois anos descobri que minha alma pertence á Arte, temos uma espécie de pacto, isto me transformou, meu modo de ver o mundo, de conhecer as pessoas, de andar nas ruas e observar o céu não são mais as mesmas coisas. Não que eu seja uma criatura amargurada, que bate nas pessoas (vontade não me falta, em alguns casos), mas ABRIR A MENTE, agora é essencial em minha vivência, com meu coletivo: as três dando o melhor de si nas linguagens artísticas, vamos buscar nossos limites, somos escravas dos nossos desejos. 

Onde há inspiração?
Sempre procuro por algo novo, mas ultimamente isso tem sido difícil, em um mundo tão preocupado com beleza física, corpos esqueléticos, muita maquiagem e salto alto... Sou mulher, mas isso não é o suficiente pra mim, aliás, nem me importo com estas questões, sendo que certas coisas nem tem um porquê, apenas surgem pra te deixar igual aos outros, pois o consumo é alto e a mídia te leva a crer que tem de obter... Ah não, dane-se a mídia! Prefiro procurar inspiração num mundo onde o estranho é bem-vindo, onde ter olheiras, usar sandálias e fazer um penteado mal-feito são atividades legais. Muitos vivem por viver... Tem quem diga que Arte é uma merda, e esquecem que qualquer alimento, depois de comigo também é merda (mas tudo bem), até há uma certa discriminação com acadêmicos do curso, mas essa tal merda te faz abrir os olhos, tudo ganha sentido, te apresenta o mundo sem máscaras, tal qual é. 


O COLETIVO PSICODÉLICO ESTÁ DE VOLTA COM FORÇA TOTAL!


EMMI'

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Mulheres do Rock, yeah, Baby !





 Sabe aquela história de que "lugar de mulher é na cozinha", ah sim, ela morreu! As mulheres não são mais aqueles seres supostamente "inofensivos", não que hoje sejam diabólicas, mas são donas de seu próprio nariz, correm atrás de seus objetivos e há aquelas que tem mais coragem do que qualquer marmanjo por aí. Falando nisso, lembrei da Dilma, nossa atual presidente do Brasil, mulher corajosa hein!?? Terá muito trabalho pela frente... Mas ei, vamos esquecer por um segundinho a bendita política e relembrar as garotas que calçam coturno, passam lápis preto nos olhos, sim, cantoras da nossa relíquia musical, o Rock, e mandam muito bem por sinal. Agora são os cuecas que vão ter os fllhos e as calcinhas vão controlar o mundo... Quem dera né, mas agora as mulheres estão bem  mais dependentes do que no passado, sendo assim, as mulheres estão fazendo umas tatoos, pintando o cabelo das cores mais improváveis e o mais legal é que estão cheias de pura atitude formando bandas de Rock, então, o coletivo fez uma lista das dez bandas que possuem uma mulher no comando, abaixo a seleção:
  • Amy lee - Evanescence


"Don't cry to me
If you loved me
You would be here with me
You want me

Come find me
Make up your mind"

(Call Me When You're Sober)

  • Cristina Scabbia - Lacuna Coil

"Bound to your side and trapped in silence
Just a possession
Is the sex our only violence
That feeds your obsession"

S.O.S (Anything But Love)

 

  • Alissa White - The Agonist

"Fuck your...
Skinned- alive designer wear
Fashion shades and salon hair
Heels to help where nature failed
Artificial teeth and nails"

(Business Suits And Combat Boots)

  • Janis Joplin

"Didn’t I make you feel like you were the only man —yeah!
Didn’t I give you nearly everything that a woman possibly can ?
Honey, you know I did!
And each time I tell myself that I, well I think I’ve had enough,
But I’m gonna show you, baby, that a woman can be tough"

(Piece Of My Heart)

  • Pitty 

"Ninguém merece ser só mais um bonitinho
Nem transparecer, consciente, inconsequente

Sem se preocupar em ser adulto ou criança
O importante é ser você"

(Máscara)


  • Simone Simons - Epica
"I can't see you, I can't hear you, do you still exist?
I can't feel you, I can't touch you, do you exist?
(The Phantom Agony)
I can't taste you, I can't think of you, do we exist at all? "

(The Phantom Agony)


  • Joan Jett

"I love rock n' roll
So put another dime in the jukebox, baby
I love rock n' roll
So come and take your time and dance with me


Ow!"

(I Love Rock 'N' Roll)

 

  • Tarja Turunen
  

"Across the valley guiding a blind man, with ilussion
Will the beast appear in his dreams tonight?
Will he run under a clear moonlight chasing rainbows in the night?
Please help the man kill the beast with no sorrow or pain"

(Promises under the rain)

 
  •  Hayley Willians - Paramore

"Whoa... Well I never meant to brag
But I got him where I want him now
Whoa... It was never my intention to brag
To steal it all away from you now
But God does it feel so good
'Cause I got him where I want him now
And if you could then you know you would
'Cause God it just feels so...
It just feels so good"

(Misery Business)

  • Angela Gossow - Arch Enemy

"Sudden implosion of silenced emotions
Buried beneath a scarred heart for too long
Delusions of hope fading away
Dying like leaves on frozen soil
My apocalypse is near
I can feel the end...coming near"

(My Apocalypse)

Emi'

    sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

    Mergulhando na Penseira...

    "Você já se perguntou se somos nós que fazemos os momentos em nossas vidas ou se são os momentos da nossa vida que nos fazem? Se você pudesse voltar no tempo e mudar apenas uma coisa na sua vida, você mudaria? E se mudasse, será que essa mudança tornaria sua vida melhor? Ou será que ela acabaria partindo o seu coração? Ou partindo o coração de outro? Será que você escolheria um caminho totalmente diferente? Ou você mudaria uma única coisa? Um único momento? Um momento que você sempre quis ter de volta..."
              (One Tree Hill)

     

    "Você só descobre quem realmente é, quando é testado. E você descobre quem pode ser, quando é testado. A pessoa que você quer ser, existe. No lado oposto de fé, crença e trabalho pesado."
    (One tree Hill)
     Então, beba mais um gole, é que logo agora, vai começar a história...

    Emi'
     

    quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

    Traz a pipoca e apaga a luz!




    Férias... Tempo de descansar, esperei tanto por esses dias. Adoro assistir filmes, quando tenho tempo, geralmente nas férias é assim que me divirto com minha família e amigos. Comédia, romance, ação, aventura, terror... Amo filmes de terror, mas ultimamente tenho me decepcionado com estes. Já não dão medo, mas mesmo assim se tornam interessante  por se transformarem em comédia. Não sou a favor dessa de que na suposta história há 5 ou 6 pessoas que se encontram em um determinado lugar, onde há um assassino e 4 desses indivíduos morrem e resta um casal... Ah, pelo amor de Deus! Não há novidade alguma... Por que o monstro, assassino, "fantasma" ou psicopata não pode sobreviver?" É isso mesmo, eu torço pelos vilões, exceto em Scooby Doo (risos). As novelas, ah, essas eu nunca vi graça, até que cheguei a assistir várias, não vou mentir, porém, andam na mesma direção que os filmes. É  um monte de blá blá blá e no final, quem restar, se casa, é ou não é assim?!! Isso já perdeu a graça... Ok, vamos esquecer as benditas novelas e voltar ao terror. Peço á vocês, se quiserem rir, para assitir (ou não, que é mais aconselhável!) á filmes como 'O Portão do cemitério', 'Almas Desesperadas', ' O Albergue', ou quem sabe, 'Pesadelos Mortais', comédia pura... Esse tipo de filme diverte, assusta, faz dinheiro? Pode até ser que sim, mas a essência de "meter medo", de deixar o público pensando sobre o desconhecido, sobrenatural, oculto, se perdeu há muito tempo. Agora, o que mais dá medo é o aquecimento global, os hospitais de péssimas condições e é claro, a violência. O terror como gênero está perdendo espaço porque as pessoas não se assustam mais, ou pior, nosso dia-a-dia é bem mais assustador do que qualquer filme já gravado.
    Acabou?
    Creio e espero que não, ainda existe esperança. O cinema é uma arte de períodos, e cada destes traz uma, senão, muitas novidades, o que indica que em alguns anos, o nosso "querido" terror estará nas telonas, com força total. Mas não sabemos como o público reagirá a este retorno. Espero que não demore. Então, enquanto isso não chega, vamos conferir uns filmes na locadora, reunir aquela galera e preparar uma pipoquinha bem amanteigada e se divertir que é o que vale! (...) Caso não dê certo, vou assistir os meus velhos e queridos: Chaves e Chapolin, que repetidos ou não, não perdem a graça!













    A única coisa da infância que nunca deixo pra trás...

    Emi

    domingo, 2 de janeiro de 2011

    Zezão nos fez uma arte !


    O artista Zezão, nasceu em São Paulo, 1971. Autodidata, aprendeu a pintar nas ruas. Especialidades: Pintura abstrata, caligrafia abstrata, instalação, site specific, fotografia, vídeo arte. Famoso por sua atividade nos subterrâneos da cidade, Zezão entra por bueiros e invade os canais de águas pluviais que correm em direção aos rios Tietê e Pinheiros, descobrindo a beleza no monstruoso lixo paulistano. Por incrível que pareça, Zezão fez uma sequência de obras intituladas "Psicodélico", eis então uma honra para o nosso coletivo que apresenta o mesmo nome, mostrá-las aqui neste humilde espaço. Quando vi fiquei totalmente fascinada pelo trabalho de Zezão, em uma entrevista á MTv, o artista contou que ao produzir uma de suas obras ele entrou em um esgoto e encontrou um homem e sua família... No mesmo ano, no Natal, quando estava na mesa para jantar, lembrou-se do homem e imediatamente foi buscá-lo para jantar junto com ele em sua casa. Este é sem dúvida um grande artista que tem trazido uma grande problemática em suas obras, o lixo.
    A paisagem urbana, de onde Zezão extrai sua estética, é a de uma São Paulo grande, desleixada com seu espaço público, com seus rios e com o seu lixo. Zezão vai fundo na exploração dessas mazelas e consegue extrair preciosidades simbólicas do nosso caos urbanístico, tão contemporâneo. A adolescência vivida no ambiente do skate, punk e pichacão, foi marcada pelo trabalho duro. Chegou a ser trabalhador rural em Portugal, motorista de caminhão e motoboy em São Paulo. Dessa vivência, Zezão aprendeu a ver beleza, onde a maioria das pessoas só consegue enxergar lixo, sujeira e desolação.
     São Paulo é um tema no trabalho de Zezão, sem dúvida, mas é também seu principal suporte. O artista explora o ambiente urbano e intervêm nele, interagindo com sua cenografia e personagens. O artista entra na cena, escolhe a locação, se relaciona com o morador da rua, seja ele louco, nóia, criança ou velho. Ele sabe que sua performance precisa agradar os que ali habitam, pois sua arte é feita para elas, num primeiro momento.
    Nunca existiu, na cabeça do artista, a idéia de que a sua arte deveria ser vista apenas por especialistas que pudessem entender a sua profundidade. Zezão começou a pintar num momento de depressão pessoal, profissional, generalizado. Saiu das ruas e se enfiou no subsolo dos canais de água pluvial que permeiam toda a cidade. Foi para um lugar quase sem humanos, povoado por ratos e baratas e, ali, foi descobrindo os cenários que se tornariam sua marca registrada.
    Ninguém é artista por acaso, mas é por acaso que se descobrem!


    psicodélico - ZEZ 150
    (100 x 100 cm) 2007


    psicodélico # 2 - ZEZ 142
    (100 x 160 cm) 2010


    psicodélico # 5 - ZEZ 152
    (115 x 130 cm) 2010


    psicodélico # 1 - ZEZ 141
    (100 x 160 cm) 2010


    psicodélico - ZEZ 074
    (50 x 50 cm) 2008


    psicodélico # 4 - ZEZ 151
    (130 x 115 cm) 2010

    Emi'

    "Até aqui, poderíamos dizer, os homens viviam ao mesmo tempo dispersos e fechados neles mesmos, como passageiros acidentalmente reunidos no porão de um navio do qual não suspeitavam nem a natureza móvel, nem o movimento. Sobre a terra que os agrupava, não concebiam, pois, nada de melhor a fazer além de discutir ou se distrair. Eis que por acaso, ou melhor, pelo efeito normal da idade, nossos olhos acabam por se abrir. Os mais ousados dentre nós alcançaram a ponte. Eles viram a nave que nos levava. Eles se deram conta de que havia uma caldeira para alimentar - e também um leme a governar. E sobretudo eles viram flutuar nuvens, eles aspiraram o perfume das ilhas para além da linha do horizonte: não mais a agitação humana ali - não a deriva -, mas a viagem."
            (Teilhard de Chardin)



    Então, vamos fazer mais uma viagem neste novo ano, o Coletivo Psicodélico convoca todos que querem ser levados ao extremo através da arte... Vamos viver sem limites!!

    Emi'

    sábado, 1 de janeiro de 2011

    Você já acordou um dia e se perguntou, onde eu estou?

    Será que eu estou vivo?


    Essa e outras perguntas me faço sempre!


    Porque às vezes parece que tudo vai contra seus princípios. Ou é ironia do destino, mas tudo parece jogar em um jogo em que você não concordou participar...
    Acho justo pagar por meus pecados, mas acho injusto pagar por todos de uma só vez, é hilário como tudo que passamos há admirar um dia nos faz querer odiar a nós mesmos... Sabe-se lá o por que, tudo o que mais quero nesse momento é poder terminar meus projetos, e um deles está incluído crescer ,crescer muito, mas não fisicamente, se é que me entendem, não tenho mais idade pra isso. Mas sim “crescer”, pois penso que a maior vitória de um ser humano é poder perceber que no decorrer de sua vida pode subir uma escada e sorri ao ver que a anterior estava abaixo e que depois de tantas dificuldades está pronto para viver outra experiência e subir um próximo degrau.
    Então quando olho para um alguém, enxergo tantas coisas, e creio que todos nós também, porque quantos de nós muitas vezes não percebeu que o próximo estava mal, ou feliz, ou parecia nem participar das conversas, é muita estupidez nós não fazermos nada para melhorar isso, talvez nem devêssemos, pois alteraríamos o destino, e o que é pior, o nosso também, e faríamos o bem para eles? Porque recordo-me escutar: precisa ver e sentir com sua própria vida para aprender a sobreviver nessa promiscua cidadela; ou viver não é poder, mas o que está claro é que posso querer seguir em frente, mas não porque penso em um futuro, se é que me entendem,mas sim porque a minha vida não teria sentido, e o que faria nela se não tivesse projetos, planos... Talvez isso que pensam aqueles que vivem a base de alucinógenos, mais não sei se posso comparar uma coisa com a outra,porque cada situação é uma situação. Mas quem sou eu pra falar de algo serio assim? Ninguém, né! Apenas estou expondo minha opinião. Sou ninguém no campo da ciência, da filosofia, matemática... Não sou ninguém, nunca comprovei nada cientificamente.
    E nunca comprovarei, não tenho habilidades necessárias para desenvolver se quer um projeto... É triste mais é a realidade, mas sei que para o mundo da arte eu sou alguém, e tenho meus trabalhos , que por sinal estão indo de vento em polpa... Posso dizer que amo arte , talvez desde de quando me entendo por gente, pelo menos entendo  dessa maneira, por que sempre quis algo que emitisse som, ou desenhos que despertassem  meu desejo de imaginar outros mundos, principalmente quando imaginava-os na minha cabeça mais tinha a certeza que não poderiam existir, é uma pena que eles nunca se tornaram realidade, e eu pude através deles desenvolver minhas habilidades com a música, vídeo, fotografia e perfomance.
    É como se tivesse previsto o meu futuro, ou não, e se eu nunca tivesse tido contato com árvores,carrinhos, areia,roupas de boneca, cordas de náilon(que usava em uma madeira para simular um instrumento de corda), latinhas... É o que pode ser visto com uma estranheza, pois meninas não brincavam ou não brincam com esse tipo de brinquedo, mas e daí, fui uma, e nunca tive dificuldade para me definir sexualmente, sei o quanto isso parece meio complicado para entender, mas quantas e quantos não brincaram com brinquedos do sexo oposto, mas nem por isso se tornaram pessoas confusas consigo mesma. Bom, mas o fato é que talvez nós tivéssemos mais oportunidades de nos envolvermos com os outros, porque hoje é bem difícil alguém deixar de ir em uma lan house para brincar de com um brinquedinho qualquer. Não sejamos hipócritas, somos ligados a essas engenhocas, e elas cada vez mais estão nos proporcionando mais oportunidades de crescimento, talvez uma parte daquele crescimento que citei anteriormente e ela faz parte agora do nosso mundo e do nosso ser.



    suzanne'