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Macapá, Amapá, Brazil
Bem-vindos ao blog do Coletivo Psicodélico!Aqui vocês podem acompanhar um pouco dos nossos trabalhos experimentais voltados para as diversas vertentes que permeiam as Artes Visuais,discutindo,refletindo, questionando, e trocando idéias entre os produtores do ramo,apreciadores e aqueles que tem afinidade com o mesmo,podendo trocar idéias baseadas em obras desenvolvidas dentro da vídeoarte, performance, fotografia e instalação, e o que tem predominado no blog: Os escritos cotidianos... Sintam-se á vontade para criticar e sugerir, estamos aqui pra isso, e somos assim, eternas aprendizes. Abraços de Emmi Barbosa, Fiama Glíssia e MAPIGE, as pisicodélicas que fazem parte desse coletivo.

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Mostra Nacional de Vídeos Intervenções e Performances


         
           Para quem não viu... Tivemos a oportunidade de partilhar do nosso amor pela Arte nesta mostra com nossas experiências vividas e trabalhos já executados. Logicamente, deixamos nossa marca psicodélica: Performando. Os participantes da mostra tiveram esta oportunidade de presenciar a transição entre performance e a mostra de alguns trabalhos sequências. As reações foram diversas, o que nos trouxe grande satisfação por poder entrar em debate com os participantes do evento e outros artistas (Natasha Parlagreco e Debora Bararuá )ali presentes... 


      Finalizando o dia na CCFA com fotos bem descontraídas para o registro... :)  (Foto: Fiama)



           Por fim o sentimento dever cumprido nos contagiou e nos trouxe uma boa recordação memoráveis ao dia, não esquecendo de citar o grande bom humor dos que ali participavam, esse é o espírito que queremos sentir quando falamos, vemos e fazemos Arte.
  


OBS.:Informamos aos nossos colaboradores, amantes das Artes e os que acompanham nossos trabalhos via internet ou até mesmo presencialmente, não pensem que paramos! Apenas estamos em reflexão, nos encontramos em um momento de pesquisa diária, cada uma com suas especialidades para nos intensificar ainda mais no meio dessa experimentação maravilhosa e que nos faz sentir mais vivas... Mas não esqueçam que estamos juntas por um único propósito: Falar em nome da Arte.


*Fiama

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Série "Delicada reticência"



Série: Delicada reticência
Autoria: Emi Barbosa
Categoria: fotografia
Técnica: zoom/edição
Ano: 2013




Sobre: Aborda a questão da memória aliada ao ato fotográfico. São fotos de objetos que foram editadas na própria câmera (Samsung), e que se tornam completamente fantasiosas, ganhando formas diversas.
A série discute o fato de que onde quer que as pessoas tenham ido, sentem a grande necessidade de fotografar, registrar, seja com uma câmera ou celular, para que possam recordar, lembrar daqueles momentos, e na memória restam apenas rabiscos de lembranças vagas, e é justamente por isso que as fotos foram editadas, pois é praticamente impossível de lembrar quais os elementos retratados e é então que surge a delicada reticência. 
A riqueza do trabalho está na desconstrução da imagem verdadeira, e o espectador, por sua vez, irá diretamente associar a algo que faz parte do seu cotidiano ou algo que já tenha visto. Houve uma busca por um mesmo tom na maioria das fotos, baseado na paixão de Jacques Tati pelo cinza; Tati aplicava suas ideias com o cinza puro em seus filmes para o cinema e Emi Barbosa adaptou umas pitadas nesta série fotográfica.








Por Emi Barbosa

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Deparando-me com a minha infância




   Reporto-me a minha infância ao me deparar com uma criança meiga, inocente e talvez contendo uns três anos de idade, ela sorria timidamente e ao mesmo tempo se fechava, o que seria uma forma de não mostrar o medo do mundo, das pessoas, do que poderia lhe fazer mal, continha o corpo magro e os olhos arredondados cor castanho claro...


     Isso tudo foi percebido em um cruzamento onde estávamos atravessando a rua, logo fiquei a pensar que assim como ela eu também agia me protegendo do que acreditava ou pressentia o que poderia me machucar; com a minha aproximação à menina recuou e fez cara de brava, como eu fazia na mesma idade, era uma forma de dizer que apesar do tamanho e pouca idade não me deixava levar por assuntos e pelo perigo, e que por mais que não pudesse e nem tivesse condições de revidar algum ataque tentaria ao menos sair bem de qualquer situação. Antes meu apelido era: Menina da cara brava. Lembrando-me que muitas vezes ainda faço, apesar de não ser mais uma criança, ainda tenho guardado um pouco do fui, pois todos nós de alguma forma devemos manter vivo esse sentimento, o que no meu caso trouxe fama de má, também me beneficiou, porque se pensarmos em crianças mais abertas e comunicativas, logo a lacuna é aberta, o que facilita a maldade alheia, não se devendo confiar em pessoas desconhecidas, e agora falando como minha mãe: Não fale com estranhos! É perigoso. Isso é bem verdade.




    Muitas crianças são pegas de surpresa por vendedores de balas ou até mesmo um “bom senhor”, que dizem ser do mais puro coração, e logo o resultado é o aumento de desaparecidos por motivos que poderiam ser evitados. Claro que nem todas as crianças são facilmente enganadas, mas existem os casos de rapto para ganhar dinheiro ou somente fazer o mal, o que acontece nos términos de relacionamento onde o companheiro não aceita o fim e leva a criança para longe da mãe e nunca mais aparece.
     São diversas situações que podem ser citadas aqui, mas o meu foco é a criança que habita em você. Muitas vezes nos pegamos cansados, estressados, com a cabeça cheia de perguntas sobre a nossa vida e o porquê de estamos nessa situação, é ai, então, que devemos recuperar a alegria, e sorrir para aquela criança que está presa em meio a tanta tecnologia, responsabilidades, e correria, para que não tenhamos futuramente um infarto com tantas e tantas coisas em nossa cabeça... Vamos descontrair e viver a vida hora e outra saindo da rotina e respirando ar puro, esquecendo um pouco as ligações e as redes sociais que te deixam conectadas ao mundo. A vida é levada tão a sério que às vezes não percebemos que não estamos vivendo ela como deveríamos, somente quando após um ininterrupto acontecimento que te para e faz refletir é que realmente você acorda. Não espere sua caminhada ser interrompida para fazer mudanças, o hoje é o que ainda importa para todos.



*Fiama 

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Apertando o botão: Delete.



    Diariamente somos rodeados por todos os tipos de influências, algumas proveitosas, outras destrutivas. Mas de fato existentes e que se impregnam na pele, no sentido de ser ou estar como uma mancha que só aumenta com a presença frequente do pôr do sol, difundindo uma tonalidade bronzeada e com o toque do verão, que para algumas pessoas se torna “sexy”, mas o que muitas vezes se torna parte de você, como quando vai a uma loja escolher uma roupa ou comprar um CD, seria como um complemento aonde vai preenchendo partes do seu “ser”, o que muitas vezes vai de encontro à idéias e escolhas de ambas e que resultam em discussões. Muitas vezes já aconteceu de desistir do que queria por me convencer que a opinião do meu amigo fosse bastante convincente e ampla. O que me fez não insistir mais pelo o que queria. Não que eu seja movida por “terceiros” mas é importante você tomar decisões analisando resultados, escolhas A e B, e em alguns casos você só avalia o lado B e esquece do lado A. não que sejamos egoístas, mas crescemos sendo treinados para sermos individualistas e trabalhar como maquinas, então amigos são importantes sim, o lado X da moeda precisa-se ser virada... Bem, Tenhamos a presença do próximo, neste caso, duas cabeças pensam melhor do que uma. Mas levantando a questão: E quando essa pessoa que se diz “amigo” for apenas “inimigos” ou até mesmo uma sombra? Pensemos em dois desafios rotineiros, e se você for vencê-los acompanhados... Melhor ainda, mas e se o “amigo” só for apenas um ponto negativo e desanimador? Tentamos criar estratégias para mudar essa situação... Mas se ele for apenas um ser que está ao seu lado para lhe deixar para baixo.












        É claro que nesse caso o melhor a fazer é: Deletar... Retirar do seu círculo de amigos. Se formos realistas e chegar a esse nível, simplesmente é perceptível que essa amizade já não existe mais. E foi substituído pela presença carnal, e ninguém precisa de um corpo morto, a não ser para dissecar, como fazem em estudos, se não há sentimento algum: Não precisa-se mais dessa companhia, não sendo egoísta, mas olhamos para os fatos... Assim evitaremos conflitos maiores, e que futuramente e darão muita dor na cabeça, e que nenhum remédio poderá curar. Então façamos o certo: Sejamos amigos, mas amigos de alma, de amor, e de doação, e esse sim são insubstituíveis, são irmãos para a vida toda! 


*Suzanne (Fiama)

quinta-feira, 13 de junho de 2013

São apenas: Pequenos e Poucos









    Enquanto sinto essa dor corroer minha alma, minhas lágrimas saem queimando a pele, sentindo uma ardência sem fim, parecendo querer não cessar mais. É uma vontade louca de sair de mim, exilar-me desse ambiente que insiste em me devorar... Mas ai percebo que o coração pulsa cada vez mais rápido querendo parar... A cada novo susto e covardes confrontos que retiram pedaço a pedaço da minha força. Será que um dia conseguirei? Será que eu viverei assim sempre? Apenas recolho-me, protejo-me o quanto posso, investidas e reações não são bem vindas, já que o meu ponto forte é defensivo. Prefiro recarregar-me, só em mim concentro-me, me possuo e roubo-me para longe, e cada vez mais longe pretendo ficar.Esse caos que aqui dentro se encontra um dia passará, e dessa forma me tranquilizo, pois fico imune de palavras carregadas de negativismo e compaixão, agora firmo-me e novamente acendo a vela para esquentar as paredes deste corpo que aqui não pode ficar... 






   Sigo a procura de um final que abrace meu ser para viver em harmonia sem interrupções vindas de terceiros que não sabem como calar-me, nada mais são do que pequenos e poucos, que vagão na escuridão perdidos sem voz e sem vez... Tentam calar-me, nada mais são do que pequenos e poucos. 


*Suzanne

quinta-feira, 23 de maio de 2013

QUANDO EU SILENCIAR...





      Quando eu silenciar é porque estou viajando em meus pensamentos, tentando desviar das armadilhas do percurso, tentando salvar-me dos sentimentos confusos, dos desejos impossíveis, dos sonhos já vividos e os não vividos... 




     Quando eu silenciar, poupe-me de críticas, de gestos baseados em pensamentos individualistas mesquinhos, de imagens ocultas em algo não vivenciado... Quando eu silenciar e parar de transpirar pelo impacto das emoções, cale-se, ouça o que o silencio tem a dizer, ele com certeza dirá mais do que uma década de palavras, apenas olhe em meus olhos e abraça-me. Dessa maneira irá acolher-me e me fazer sentir segura, é a única coisa que preciso neste momento: O apoio de alguém que realmente quer o meu progresso. Isso é o que mais importa. 



*Fiama (Suzanne)




quarta-feira, 8 de maio de 2013

Vida após o TCC: Sobrevivemos para contar a história.


       Como o sol é bonito! Fazia tempo que eu não tinha reparado. Depois desta fase tensa de nossas vidas intitulada “TCC”, o Coletivo Psicodélico retorna às suas produções, um pouco descabeladas, talvez meio cegas e um tanto magras... Mulheres que querem perder peso, aí está uma dieta a ser seguida rígidamente: O temido e assustador TCC. O pó compacto vai até render mais agora que as olheiras diminuíram, o apetite está normalizando, mas alguns vícios como as saborosas jujubas estão sendo consumidas na mesma quantidade rsrs. Nosso desejo de pesquisar sobre o vídeoarte se tornou tão intenso que já nem sabíamos como era dormir, comer e descansar. Claro que desde o início estava óbvio que não seria fácil, e é aí que tudo fica mais interessante, exceto quando desistimos de nosso orientador, por resultados de estresse, acompanhado de outros itens (que não valem a apena citar aqui).






     Com mentes abaladas, seguimos em frente, dando o melhor em cada etapa. Escrever sobre o que é algo que mexe bastante com cada uma, sendo que sentimos cada estalo artístico e aquilo nos envolve de forma inexplicável na maioria das vezes, e se torna um pouco complicado levar todo o processo para a escrita, onde as palavras escapam para definir nossos experimentos. A palavra “experimento” também tem um “peso”, pois tem pessoas que não levam a sério nossas obras justamente por utilizarmos o termo “experimento”, ou por não acreditarem no Acaso. O fato é que todos pensam diferente sobre arte. Quem garante que a “Mona Lisa” não é um experimento? E o que falar da polêmica “Fonte” de Duchamp? Enfim, chego a crer que certas obras de arte só fazem sentido quando o artista, autor morre. Já havia pensado nisso? A trajetória do Psicodélico, desde 2010, apresenta um vasto leque de vídeoarte, porém, cinco destes se destacaram em nosso TCC: “Auto-Retrato” (2010), “Górgonas” (2010), “Experiência I” (2011), “Casulo” (2012) e “Choques Vitais” (2012).
            

     Ok, Emi, não falaremos sobre o TCC, mas sim o que ele nos causou. Causou? Oh God! Para começar, elevou consideravelmente nosso estresse; a paciência ficou por um triz... Os olhos já quicavam no chão depois de horas lendo sem intervalos. Minha mãe até me confundiu com um zumbi um dia, devido às olheiras e cabelo bagunçado, e eu não a culpo, eu estava um “caco”. Já não sabia o que era vida social...

*Emi

sábado, 5 de janeiro de 2013

Passeando no L.B



O que para alguns tais imagens abaixo causa repulsa pode servir de reflexão, pois o ferimento foi resultado de um passeio inocente durante a semana (quinta-feira, às 19hs), onde os macapaenses e visitantes costumam ir, buscando descontrair com os amigos, ou até mesmo realizar leituras e descansar da rotina pesada do dia-dia. Parece difícil de acreditar que isso tenha acontecido (apesar de já ter ocorrido um 1º assalto e nas mesmas proximidades, mas não nessa proporção), pois como já havia tido a primeira experiência de assalto em um dos pontos turísticos de Macapá, mas conhecido como L.B (Lugar Bonito, que agora a meu ver se tornou o L.F: Lugar Feio... Devido ao ocorrido), que fica aos arredores da Fortaleza de São José de Macapá, trouxe a minha pessoa uma espécie de comportamento de prevenção ou precaução, pois tal episódio deixou-me amedrontada e com o psicológico um tanto alterado. Sei que muitos que foram assaltados não esquecem o momento e a forma de como tudo aconteceu... A referida fotografia faz lembrar-me novamente desse 2º assalto, mas que dessa vez trouxe-me 8 pontos. Poucas dores e muito medo de se repetir, e de forma mais agressiva. O que para muitos deveria ser de descontração total no L.B, hoje para mim já não é mais um local ideal para nada. Afinal, a facada que acertou minha mão poderia ter sido em outro lugar, o que graças ao meu bom Deus não foi. Bom... Esse é um pequeno desabafo de uma estudante de Artes Visuais, integrante do Coletivo Psicodélico e macapaense que lamenta por não ter mais paz enquanto anda pela cidade, e que agora anda atenta, assustada e olhando frequentemente para todos os lados, como se eu tivesse feito algo de errado e não pudesse circular normalmente por ai...
A questão é bem mais complexa do que pode-se imaginar... Pois existem mais do que um simples individuo envolvido. Fazendo-nos lembrar da segurança pública, policiamento, iluminação adequada a lugares específicos e de bastante movimentação (como praças, escolas...). O que vem a ser bastante questionado, e pelo que sei esses lugares deveriam ter uma segurança dobrada. Afinal, temos direitos e merecemos um olhar mais atencioso.Pois ainda pode-se mudar essa situação estudando, criando planejamentos mais realistas e que melhorem nosso convívio em sociedade para que possamos andar sem ter tanta preocupação com a violência que só se agrava mais a cada dia. Simplesmente devemos refletir sobre acontecimentos de forma mais cautelosa...












*Suzanne

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013



         Quero agradecer a Deus primeiramente por tudo, em nome do Coletivo Psicodélico... Por mais um ano de muitas superações, descobertas, desafios, emoções, sorrisos, derrapadas, tropeços... Enfim, dizer que o ano de 2012, foi um momento importante em nossas vidas, pois demos passos mais que especiais como pessoas, como mulheres, e onde pudemos ter certeza do que poderia nos fazer feliz, e o que queríamos para vida... Então desejo paz, prosperidade, esperança, guarra para seguir, e claro muitas felicidades. Que Deus ilumine e façam de nós pessoas mais humildes, e que sejamos desta forma mais amáveis umas com as outras, sendo livres para produzir e resgatar o olhar mais atento as Artes em meio a tantos obstáculos que encontramos pelo caminho...  
           Pai! Proteja a todos com sua mão e que nunca nos deixa só, carregai-nos em nossos momentos de fraquezas , para assim podermos seguir sem medo. Amémm!! FELIZ 2013.








*Suzanne

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Pássaro livre... Bom mesmo é voar sobre o eu.


Às vezes me sinto fraca, me sinto tão pequena perto de tantas coisas... Como se elas me consumissem, como se não pudesse fazer nada contra isso, é como se fosse cercada por todos os lados e não existisse uma forma de fugir, ou de sair dessa enrascada. Tantas vezes quis sair correndo, mas minhas pernas paralisaram, minhas mãos tremiam, meus pés não se moviam, minha mente parava, aquela cena se repetia varias e varias vezes... Queria eu poder ser um super-herói que pudesse voar e apagar tudo que faz me sentir inferior, que me faz ser tão inofensiva. Queria eu ser maior do que meus problemas para eliminar essa dor que em algumas vezes demora a passar, isso quando passa, às vezes ela nos persegue feito sombra, que nos segue e a cada nova lembrança ela vem nos atormentar... Então algumas vezes fecho os olhos e fico desejando não conseguir abri-los mais, é uma covardia de certa forma, mas é uma escolha, e foi eu quem quis naquele momento, e pelo menos tinha esse poder nas mãos, já que o que mais queria ter domínio eu não podia... Queria eu poder me tele-transportar para bem longe daqui, ou me tornar invisível e só voltar quando tudo tivesse passado, se é que isso passa sem eu ter enfrentado. Sou meio confusa para qualquer um tentar me entender, nem eu mesma sei onde posso chegar, minha melancolia pode ultrapassar meu controle, minha solidão é necessária para poder ser quem eu sou, o que é estranho, afinal eu preciso disso, é como uma planta que necessita ser regada e cultivada... Alguns não entendem esse momento, apenas me deixem seguir meu destino, não tente me impedir, isso pode me tornar destrutiva, sei que não é fácil, mais não morrei se ficar concentrada em mim, e somente ao meu mundo.      

Agora peço que não quebre essa corrente, não entenda, apenas aceite, isso é o que quero, é o que desejo... Não me sufoque, nem me prenda... Quero ser como um pássaro livre, sentir o vento no rosto, a despreocupação de ter alguém me rondando, me fazer entrar em uma linha que não quero seguir só para fazer-lhe bem... Eu já tentei, mas isso não funcionou, sou desse jeito, não construa paredes para dificultar meu acesso à liberdade... Minhas energias precisam ser carregadas para poder andar sozinha, já larguei as muletas e aqui estou pronta para ir... Respiro fundo e me sinto bem melhor... Esse é o inicio do que me completa, e o que é provável ser meu fim...  















*Suzanne



quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Coletivo Psicodélico: Exposição (OU) Vimos experimentos



O mês de julho foi bem vindo e abençoado para o Coletivo Psicodélico, pois fomos agraciados pelo projeto “Toda Arte”, onde podemos dizer que acontecem exposições mensais na Galeria Antônio Munhoz Lopes (criada em 22 de março de 2002), pois muitas obras que poderiam estar somente em uma localidade se dão a possibilidade de uma maior divulgação, e o artista começa a ganhar uma contribuição do SESC AMAPÁ, para que seu trabalho possa ter um contato maior entre a arte e a sociedade, propondo um período de 1 mês de exposição, onde é possível se fazer visitações entre os horários de 8:00 às 12:00 e 14:00 às 18:00, de segunda a sexta. Pois o mesmo facilita a troca de informações, técnicas, novidades, tecnologias... Podemos dizer que foi um momento único, assim como outros, pois todos são marcantes para todas nós. Através deste momento acumulamos experiências, pois dificuldades surgiram no decorrer da exposição, é claro que isso faz parte, mas não tem nada comparado ao olhar do expectador ao admirar uma obra, o conhecer do espaço ainda não visto antes, a experiência estética, o tocar caso seja uma obra manipulável... Nossa exposição foi uma grande mostra da nossa repercussão no cenário do artístico (e claro contando também com as pesquisas dentro da universidade), tanto fotográfico, audiovisual e outras técnicas também, que podem ser ditas parte da história do Coletivo, contando da parte inicial e (Como cada uma se conheceu, e como se sucedeu a amizade até então) formação de antes e de hoje do coletivo (fundindo pensamento, ousadia, imaginação, limitações, desejos, pontos afins, gostos, sonhos...), pois onde continham partes, ou registros de trabalhos que realizamos: No Grito Rock, Marcha da liberdade (2011), Festival de cinema e cultura da diversidade sexual For Rainbow (ambos organizados pelo Coletivo Palafita); Sarau SESC em 2009; expositoras no lançamento do livro RES, de Herbert Emanuel; Amostra Cultural de Brincantes ocorrida em Cratos-CE (2011); organizadoras do projeto de amostras de trabalhos artísticos “Artentado Futurista” realizado na UNIFAP em 2010 e Macapá, Cine Paraíso (Especial de aniversário de Macapá com video-artistas)... Vamos dizer nossa contribuição para fazer o diferencial através da arte em Macapá-AP, sendo no ramo do audiovisual por meio da sonoridade, de nossos experimentos diários no meio acadêmico ou fora dele (o que tem sido mais costumeiro). O que durou de 06 (entrevista com artista) a 27 de julho de 2012. E esta publicação é dedicada a este pequeno período em que pudemos mostrar um pouco do Coletivo Psicodélico com a exposição: “(OU)”Vimos Experimentos. Olhe e aprecie!























*Suzanne